Nos séc. XV a XVIII, a ação missionária portuguesa em África insere-se no mais amplo movimento de expansão europeia, os Descobrimentos, motivados por interesses sociopolíticos, comerciais e religiosos onde, com a consolidação do Império Português além-mar, a evangelização dos povos africanos tornava-se uma prioridade estratégica e espiritual, assumida principalmente por ordens religiosas. Este trabalho visa discutir o papel desses missionários, os métodos utilizados e as tensões culturais que emergiram no diálogo entre diferentes visões do mundo, articulando a sua ação com as estratégias da monarquia portuguesa, à luz do texto de José Fialho Feliciano.
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